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Métricas de Varejo

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A gestão em supermercados é uma das mais complicadas do varejo, por conta de toda a operação que envolve uma loja deste segmento.

Por esse motivo, encontrar formas de tornar o gerenciamento mais eficiente certamente são sempre bem vindas.

Uma das principais é o uso de dados na estratégia de gestão, que podem melhorar e muito os resultados em supermercados.

Além disso, adotar esse método pode trazer não só benefícios para a administração do supermercado. Os clientes também são parte importante do processo e terão benefícios com a aplicação dessa estratégia.

Acompanhe o post de hoje para saber mais sobre três indicadores importantes para melhorar sua gestão e seus resultados.

Análise de rentabilidade

Para que uma empresa se mantenha saudável a longo prazo o que se espera dela é que no mínimo ela não tenha prejuízos.

Esse conceito tem mudado um pouco nos últimos anos em alguns segmentos do mercado, mas no varejo essa questão ainda permanece.

Isso acontece, pois o varejo lida com compra, venda, logística, margens, impostos e vários outros fatores importantes para definir seus ganhos reais.

Obter lucro com uma empresa certamente é o desejo de todos os proprietários certo? O mais difícil é saber como se planejar e o que fazer para que isso aconteça na prática.

Por esse motivo, é importante fazer a análise de rentabilidade do seu supermercado. Com ela, você saberá o que precisa ser feito para atingir os resultados necessários.

Fazer essa análise entre valores gastos pela empresa e o cálculo dos ganhos que ela teve. A diferença entre esses números irá mostrar se você teve lucro ou prejuízo.

Controlar esse indicador torna a sua gestão em supermercados mais estratégica e ajuda a definir metas.

Essa questão certamente pode facilitar a tomada de decisão e o gerenciamento da loja, além dos setores do seu supermercado.

Para a área comercial, por exemplo, negociar um prazo maior para o pagamento de uma compra pode melhorar a gestão financeira.

Estar atento aos resultados atuais da loja sempre serão a melhor forma de conseguir resultados melhores e evitar prejuízos.

Por isso, a sua análise não apenas desse indicador como a de vários outros precisa ser constante.

Cupons

Qual indicador pode ser mais importante do que medir as suas vendas? Afinal, o objetivo principal de toda empresa é vender seus produtos.

Os cupons de venda podem dar um visão geral da sua loja sobre a sua loja e serem uma importante fonte de informações.

Não se engane que apenas ter informações sobre a quantidade de vendas pode ser o suficiente para gestão. Sim, elas serão úteis, mas uma análise quantitativa pode não ser o suficiente para melhorar os resultados.

Analisar esses dados com um pouco mais de atenção, é que podem fazer a diferença no seu supermercado.

Com isso, queremos dizer sobre a análise das informações dos cupons, ou seja, a saída de produtos da loja. Esses indicadores de venda podem ser de grande importância para várias área da empresa.

A negociação com os fornecedores é uma delas. Você pode negociar com dados concretos sobre seus clientes, por exemplo, tenho 50 clientes que compram o seu produto 3 vezes por mês.

Certamente essa informação pode contribuir para que você consiga preços melhores na compra de produtos. Outra opção é planejar uma ação em parceria para aumentar as vendas.

O estudo dos cupons da loja também torna possível identificar sazonalidades que afetam positiva ou negativamente a empresa. Com isso, você será capaz de planejar melhor suas ações de marketing, gerir seu estoque e melhorar sua previsibilidade financeira.

Viu só? Com a análise de apenas um indicador, os cupons, você já pode melhorar o desempenho de três setores do seu supermercado.

É importante lembrar que para uma gestão realmente eficiente, todas os setores da loja devem estar alinhados e precisam receber a mesma atenção.

Ticket médio

Tão importante quanto analisar as vendas da loja, é controlar as métricas referentes ao ticket médio. Principalmente, por esse dado ter uma grande relevância para o aumento do faturamento nos supermercados.

O crescimento do ticket médio de uma loja tem uma relação direta com a sua capacidade de reter e fidelizar clientes.

Isso acontece, pois os consumidores fidelizados tendem a gastar mais nos locais em que já estão habituados a comprar.

Estratégias que visam aumentar o ticket médio de uma empresa tem como principal alvo os clientes que já fazem as compras na loja. Por esse motivo, dependem de um investimento mais baixo em relação a ações que buscam atrair novos consumidores.

Nesse ponto a sua loja já sai em vantagem quando se fala em gestão financeira e investimentos em marketing. Perceba que novamente mais de um setor foi impactado com a análise de apenas um indicador.

Analisar o ticket médio de um supermercado também pode servir como um meio de medir a fidelização de clientes. Isso acontece, pois como falamos anteriormente esse tipo de cliente tende a gastar mais.

Além disso, esse indicador pode dar importantes sinais sobre o seu supermercado. Confira quais são eles em nosso post 5 sinais que o ticket médio de compra pode indicar sobre seu negócio.

Certamente você percebeu como o uso de dados pode melhorar consideravelmente a gestão em supermercados.

Esses indicadores que foram comentados no post de hoje são apenas alguns deles. Existem muitos outros dentro dos dados da sua loja e que seguramente podem contribuir para a sua melhora de resultados.

Se você quer saber ainda mais como gerenciar um supermercado temos um material especial para você. Baixe gratuitamente nosso ebook “Como usar BI e CRM para aumentar as vendas”.

Aqui no portal falamos sempre sobre a importância de fazer Gestão de Clientes e damos dicas de como fazer isso na prática. Fazemos isso porque nosso propósito é transmitir conhecimento.

Agora é hora de testar seu conhecimento nesse quiz sobre Gestão de Clientes e provar que você realmente cuida de quem compra na sua loja.


E aí, gostou do teste sobre Gestão de Clientes? Compartilhe esse post com seus conhecidos e teste o conhecimento de todos da sua equipe!

Muitos têm colocado o varejo físico em cheque, principalmente por conta do crescimento do varejo digital. Porém, será mesmo que ele realmente vai chegar ao fim?

Uma resposta bem simples e direta é o melhor caminho para essa pergunta. Dificilmente a loja física vai acabar, mas ela vai precisar se adaptar ao novo mercado.

As tecnologias já invadiram as lojas físicas e os consumidores também mudaram o seu comportamento. Mas, isso pode ser superado para manter o varejo físico com ótimos resultados.

No post de hoje entenda por qual razão o varejo físico ainda se mantém firme e comece a preparar sua loja!

Dados sobre o varejo físico: nível de engajamento do consumidor

A melhor forma de mostrar como o varejo físico ainda resiste, mesmo com todos os avanços tecnológicos, é utilizar dados. Principalmente porque eles mostram a força do varejo na relação com os clientes e na experiência de compra.

Um estudo feito pela Mercafácil mostra que as lojas físicas ainda fazem parte da rotina de muitos clientes. No ano de 2018, a média por consumidor foi de 4,3 compras por mês, ou seja, uma compra por semana pelo menos.

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A frequência de compra é um indicador muito importante, pois quanto maior ela for, mais relevante a loja será na vida do cliente. O que é uma importante informação nessa competição com o varejo on-line.

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Planejar ações de gestão de clientes para aumentar a frequência de compra é uma ótima opção para gerar engajamento e fidelizar clientes. Esse tipo de ação é muito mais fácil para as lojas que já têm uma boa frequência dos clientes, como é o caso de 24% das lojas que conseguem atrair os clientes de 2 a 5 dias.

Uma importante vantagem para o varejo físico alimentar é a escolha dos produtos. Principalmente alimentos frescos que demandam maior cuidado na hora da escolha. Esse é um dos pontos que podem ser explorados por essas lojas.

A loja física vai acabar?

Dificilmente as lojas físicas deixarão de existir, mas não é por isso que elas não devem mudar (se atualizar). Ou mesmo deixar de dar atenção para o varejo alimentar on-line.

Mesmo com um certo tempo de existência, as lojas on-line ainda representam uma pequena parcela de mercado. Certamente esse pequeno crescimento se deve à complexidade de gerir uma loja desse tipo. Especialmente na questão logística, que ainda é a maior dificuldade para muitos empreendedores.

Além disso, existe a forte concorrência com as lojas físicas, que como já foi comentado ainda faz parte da rotina de muitos clientes.

Mesmo com desafios, o surgimento de novas tecnologias e estratégias vai possibilitar o crescimento das lojas on-line.

Tendência aponta crescimento das lojas virtuais

As lojas virtuais de varejo alimentar tendem a crescer nos próximos anos. Principalmente por conta de novos públicos que passarão a fazer parte do mercado – a chamada geração Y está crescendo!

Além disso, a rotina agitada e o desejo por uma boa experiência de compra podem ser fatores importantes para o seu desenvolvimento.

A receita a ser seguida é a mesma de outros segmento de varejo on-line: compras rápidas, fáceis e práticas.

Uma opção que já começa a ser seguida por algumas lojas virtuais são as vendas multicanais. Essa ideia é importante para aumentar a escala das lojas e até mesmo para inseri-las na vida dos clientes. Os principais serviços seriam de compra on-line e retirada na loja ou compra totalmente on-line e receber os produtos em casa.

O crescimento das lojas virtuais tende a ser um pouco lento, mas pouco a pouco vai conquistar seu espaço no mercado.

Delivery agrega à experiência do consumidor

Uma das principais e mais importantes mudanças no varejo será a busca pela entrega de uma melhor experiência de compra para os clientes. Para isso, será preciso encontrar formas adequadas de acordo com o novo comportamento do consumidor.

A praticidade é um ótimo caminho a ser seguido, já que os clientes costumam ter a vida cada vez mais agitada. Neste cenário, as vendas multicanais podem ser uma boa opção para o varejo.

O que pode ser mais prático do que comprar on-line e receber as compras em casa? Esse é um caminho interessante que as lojas digitais podem seguir. Funciona exatamente como um delivery e o cliente pode usar sempre que quiser.

Outra aposta é o delivery para queles clientes sem meio de transporte para grandes compras. Deixar o carro de lado também se tornado uma tendência e seu supermercado precisa estar preparado para os consumidores que vão até a loja escolher os produtos e querem receber as compras em casa.

Essas são apenas duas das soluções para que o consumidor tenha cada vez mais uma melhor experiência de compra.

O que esperar do futuro do varejo físico

Se existe uma certeza sobre o futuro do varejo físico é de que ele vai precisar passar por algumas mudanças. Quem resistir a isso certamente ficará para trás no mercado.

Nos próximos anos, novas gerações irão fazer parte do mercado e, principalmente aquelas que já nasceram na era digital, podem provocar mudanças significativas. Essas que podem gerar perda de clientes para os que não se adequarem.

Se tratando do varejo alimentar, que lida com baixas margens, pode ser uma perda com bastante impacto para a loja.

Por conta disso é importante estar atento às oportunidades e ao que pode ser feito para se atualizar. As vendas multicanal, por exemplo, podem ser uma saída para as lojas físicas. Outra saída é apostar na experiência do cliente, tanto dentro da loja como fora dela, com uma comunicação próxima e personalizada.

É importante salientar que o foco da sua estratégia precisa estar nos clientes. Com isso, fica claro que o seu trabalho será o de entregar a melhor experiência com as ferramentas disponíveis.

Como evitar o fim da loja física

Para que as lojas físicas se mantenham forte no mercado é preciso trabalhar estratégias como a gestão de clientes. Principalmente com campanhas de retenção e a fidelização de clientes, que são o caminho para o sucesso do varejo físico.

Uma das principais perdas para o varejo é a perda de clientes. De acordo com o mesmo estudo da Mercafácil, esse número chega em média a 30% de clientes perdidos por ano. Em lojas que não fazem uma boa gestão de clientes esse número chega a 60%.

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Esse número de clientes corresponde ao que a loja vai deixar de faturar anualmente. Além disso, vai precisar investir em atração de clientes, o que custa muito mais do que ações de retenção e fidelização.

Uma matéria publicada na SA Varejo cita que para isso não ocorrer é preciso investir em gestão de clientes. Lojas que já fazem a gestão dos seus clientes conseguiram reduzir a perda de clientes para menos de 20%.

Neste processo é preciso criar ações de retenção e fidelização dos clientes. É importante lembrar que essas ações vão além de ofertas. Trabalhar o relacionamento com os clientes também é fundamental e a loja precisa identificar as oportunidades para isso. Esse tipo de estratégia é que irá evitar o fim da loja física no varejo alimentar.

Quer ter números como esses e manter sua loja forte no mercado? Conheça a solução para gestão de clientes da Mercafácil!

Fazer avaliação de desempenho tem se tornado uma regra para as empresas que desejam sucesso. Mensurar resultados é importante para diversas questões empresariais, como planejamento da gestão, controle e também aumento nas vendas.

Ver na prática a relevância de analisar os indicadores de performance pode te ajudar a implementar essa ideia em sua loja. Ao pensar nisso, a Mercafácil fez um estudo com cerca de 400 supermercados para entender cada tipo de ação de gestão de clientes e os resultados médios esperados por cada um deles para que você entenda se suas ações têm ido bem ou não.

Os resultados dessa análise você confere no post de hoje, acompanhe!

Avaliação de desempenho em divulgação para clientes ativos

O que são clientes ativos

Os clientes considerados ativos são os que têm comprado com frequência na sua loja. Esse tipo de cliente geralmente já está na fase de retenção ou de fidelização.

Exemplos de campanhas para clientes ativos

Mesmo que esse consumidor tenha feito várias compras durante o mês é importante manter o contato para que ele não deixe de comprar. Como ele já tem o costume de comprar com você, seu trabalho para se comunicar com ele fica muito mais fácil.

Basta você identificar alguns fatores, como frequência de compra e produtos mais consumidos no seu software de gestão de clientes. Depois disso, basta disparar a sua campanha para eles no momento e com o produto certo.

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Resultados esperados

Uma campanha bem feita, pode trazer entre 40 e 50% dos clientes para a loja. Em casos mais específicos, como uma segmentação de clientes com bebê em casa por exemplo, os resultados podem ser ainda melhores.

Avaliação de desempenho em resgate clientes inativos recentes

O que são clientes inativos recentes

Os clientes inativos recentes são aqueles que estão há 30 dias sem comprar na loja. Nesse momento é fundamental resgatar o cliente para que ele não fique mais tempo inativo e corra o risco de entrar para o grupo dos perdidos.

Além disso, é importante estar atento a essa questão, pois com o passar do tempo será mais difícil resgatar o consumidor.

Exemplos de campanhas para clientes inativos recentes

Uma campanha de resgate efetiva pode ser baseada nos hábitos de consumo. Ou seja, em ofertas de produtos que esse cliente costumava comprar quando frequentava sua loja. Uma ação como essa garante que você ofereça o produto certo para atraí-los para a loja.

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Resultados esperados

Trazer as pessoas exige um trabalho maior e também precisa de mais planejamento na sua realização. Esse tipo de campanha tende a trazer bons resultados, um resgate de 10 a 12% do grupo é considerado bom.

Avaliação de desempenho em campanhas segmentadas ou de nicho

O que é campanha segmentada ou de nicho

Uma campanha segmentada ou de nicho é aquela feita para um grupo específico de pessoas. Para criar um segmentação você precisa aplicar um filtro, alguns exemplos são: gênero, hábitos de consumo, localização, idade, entre outros.

Exemplos de campanhas segmentadas

Ações como essa são muito variadas e podem ser realizadas de acordo com as suas preferências, confira alguns exemplos:

  • Campanha segmentada por setor – clientes que compram produtos do setor de mercearia, padaria, pet, produtos de limpeza, entre outros;
  • Campanha segmentada de aniversariante – ação diária com os aniversariantes do dia para aproximar o relacionamento com os clientes;

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  • Campanha segmentada por gênero – separar grupos por gênero (masculino ou feminino) para ações específicas, como dia da mulher, Outubro Rosa e dia do homem;
  • Campanha segmentada por hábitos de consumo – grupo de consumidores que costumam comprar determinados tipos de produto com frequência;
  • Campanha segmentada por idade – separar grupos por idade para ações específicas, como dia do idoso;

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  • Campanha segmentada para melhores clientes – os melhores clientes da loja merecem ainda mais benefícios, você pode selecioná-los e enviar um desconto especial para eles, por exemplo;
  • Campanha segmentada grupo de clientes – identificar os clientes ativos, inativos e perdidos e trabalhar ações específicas para cada um deles;
  • Campanha segmentada de frequência de compra – disparar campanha no momento ideal para que o consumidor compre (início de mês, fim de semana) com base na frequência que ele costuma comprar.

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Resultados esperados

Os resultados de campanhas segmentadas tendem a ser muito melhores do que ações genéricas, justamente por serem mais  específicas. Por exemplo, você não pode oferecer carne para um cliente vegetariano ou fraldas para um que não tem filhos.

Usar e abusar das segmentações certamente trarão muitos ganhos. Além disso, é muito importante mensurar os resultados para medir a efetividade e construir um planejamento de ações.

Para dizer que uma campanha segmentada apresentou bons resultados pelo menos 20% dos clientes devem comprar os produtos anunciados. Os resultados podem ser ainda melhores se a campanha for bem planejada. Dessa forma, podem chegar a 40% de clientes que fizeram compras na loja a partir dos itens anunciados.

Avaliação de desempenho em resgate clientes com risco de serem perdidos

O que são clientes inativos ou com risco de serem perdidos

Os clientes com risco de serem perdidos são aqueles que estão quase completando 90 dias sem comprar. Eles também são chamados de inativos. Por exemplo, comprou em julho, mas não comprou em agosto, setembro e ainda não comprou em outubro também.

O trabalho com esse tipo de cliente já é mais complicado por conta do tempo de inatividade, mas ainda dá tempo de não perdê-lo.

Exemplos de campanhas para clientes inativos

O princípio de resgate é o mesmo dos inativos recentes. Porém, nessa fase o seu contato precisa ser mais “agressivo”, seja com um produto mais específico ou um desconto maior. Uma segmentação por hábitos de consumo pode ser sua maior aliada no resgate desse cliente que já está a tanto tempo sem comprar.

É importante lembrar que você deve manter as ações recorrentes principalmente com os seus clientes ativos. E caso não seja suficiente, intensifique o contato quando ele estiver no status de inativo recente.

Quanto antes você contatar o cliente mais fácil será o seu trabalho para fazer com que ele volte a comprar com você.

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Resultados esperados

Resgatar clientes inativos é muito importante para a empresa e te dá uma segunda chance de fidelizar esses consumidores.

Campanhas para esse tipo de cliente devem trazer eles novamente para a sua loja e isso significa o sucesso delas. Uma campanha para clientes inativos considerada eficiente pode ter números que apresentam 6 a 8% de resgate em média.

Avaliação de desempenho no resgate de clientes perdidos

O que são clientes perdidos

Os clientes desse grupo, são aqueles que já estão há três meses sem comprar na sua loja. Se você já tinha tentado resgatar esse cliente enquanto ele estava inativo e nada funcionou, provavelmente aconteceu algo que te afastou dele. Ou pode ser que ele tenha se mudado e sua loja já não é mais conveniente para ele.

Exemplos de campanhas para clientes perdidos

O seu trabalho nesse tipo de resgate precisa ser focado no relacionamento. Tentar entender a razão dele deixar de comprar na sua loja pode ser um bom começo.

Depois, você pode convidá-lo a voltar com a oferta de algum desconto ou mesmo alguma promoção com base em seus hábitos de consumo.

Essas ações tendem a ser mais difíceis de obter grandes resultados, pois como falamos anteriormente, quanto mais tempo passar mais difícil fica o resgate.

Mas vale lembrar que é possível, pois se ele já fez alguma compra em sua loja significa que você o atraiu de alguma maneira.

Resultados esperados

Se o cliente chegou ao status de perdido a situação para resgatá-lo é um pouco mais complicada. Dificilmente você pode indicar um número de clientes que têm chances de voltar a comprar na sua loja.

O resultado que você deve esperar com esse tipo de campanha é a resposta do cliente. Se você enviou um e-mail, peça que ele entre em contato com você. Esse feedback pode ser importante para que você não deixe essa situação ocorrer com outros clientes.

Além disso, pode te dar uma última chance de fazer com que o cliente volte a comprar na sua loja.

O importante é entender o que aconteceu para que o cliente parasse de comprar. Se você conseguir essa resposta com a sua campanha, podemos dizer que foi uma campanha de sucesso.

Indicadores de desempenho que você precisa usar

A pesquisa Avaliação de Eficiência de Lojas do Varejo Supermercadista, feita pela Universidade Federal Fluminense, identificou uma falha com os indicadores comumente analisados neste setor.

Os números que são utilizados por quase todas as empresas são: faturamento, lucro líquido, faturamento por funcionário,faturamento por PDV, faturamento por m².  

Esses dados têm sim importância, mas a sua relevância só atinge questões como aumento de margem, definição de metas e benchmarking. O ideal é buscar indicadores que contribuam na hora da tomada de decisão com uma visão geral do negócio.

O estudo aponta que é preciso combinar diversas variáveis do processo de vendas e realizar uma avaliação conjunta. Dessa forma é possível apontar as lojas eficientes e também as ineficientes, além do que deve ser feito para torná-las eficientes.

Quais os melhores indicadores para analisar no supermercado

A pesquisa sugere a análise de alguns indicadores de desempenho que podem ser mais significativos para o setor supermercadista, confira:

  • Quantos clientes frequentam a minha loja?
  • Minha loja consegue atrair muitos clientes, mas não consigo convencê-los a concentrarem suas compras aqui?
  • Minha loja não é adequada à clientela do entorno?
  • Tenho muitos funcionários para manter a loja que é frequentada por poucos clientes?
  • Mantenho uma área de vendas muito grande, aumentando meu estoque de exposição e custos de reposição para uma pequena clientela?
  • Tenho poucos funcionários para a quantidade de clientes que atendo, não conseguindo satisfazê-los?

Escolher esses dados para fazer a avaliação de desempenho pode até parecer óbvio quando se pensa com calma. No entanto, para algumas empresas há muita dificuldade na obtenção desses dados. Uma das melhores opções para isso, é ter um software de gestão de clientes que possa te auxiliar a encontrar essas respostas.

Faça demonstração do software de gestão de clientes e saiba como a Mercafácil pode te ajudar nisso, além de trazer outros benefícios.

Lembre-se que o mercado passa por constantes mudanças, seja por razões sazonais, dos clientes ou até mesmo de concorrência. Nesse cenário, fazer uma avaliação de desempenho constante é a sua melhor chance de manter e também aumentar os resultados da sua empresa.

Também é muito importante escolher os indicadores certos para analisar, para que o seu trabalha valha a pena. Todos esses dados devem trabalhar para você, para facilitar sua gestão e a tomada de decisão.

Antes de iniciar a avaliação de desempenho na prática, entenda como a gestão de indicadores de desempenho pode aumentar suas vendas. Além disso, continue a aprofundar seu conhecimento sobre o assunto com nosso ebook: Guia de mensuração de dados para seu negócio.

Seja o seu negócio uma pequena loja que atinge apenas o público dos arredores ou uma grande loja que tem impacto municipal, é extremamente importante realizar a gestão de indicadores de desempenho.

Independentemente do tamanho do seu público, é inviável tomar conta de uma empresa apenas com base na observação do movimento na loja e nos achismos.

Possuir dados concretos em um ambiente que registre esses números de maneira automatizada pode facilitar o seu trabalho e te ajudar a se concentrar na gestão desses dados para melhorar seus resultados.

Confira neste post como os indicadores de performance são imprescindíveis para o sucesso da sua empresa.

Dificuldades para vender mais? Fazer a gestão de indicadores de desempenho pode ser a solução

Empresas de varejo que desejam sucesso em seu setor precisam de um planejamento estratégico com base na análise de dados. Esse processo é fundamental para o desenvolvimento empresarial e o aumento das vendas. Conheça alguns indicadores de desempenho e entenda como eles podem te ajudar:

1- Indicadores de desempenho: Ticket médio

Esse é um indicador de desempenho de extrema importância no varejo. Apesar disso, geralmente, ele requer um grande esforço para ser mensurado manualmente. Com um software de gestão que apresente esse indicador ele será calculado de forma automatizada e você poderá analisá-lo de maneira simples.

Por meio desse indicador você descobre em que momento de cada mês seus clientes gastam mais comprando seus produtos. Também consegue saber em quais períodos eles gastam menos.

Esses dados podem te dar insights para a realização de ações que estimulem o aumento do ticket médio na época em que identificar que ele esteja abaixo do esperado. Uma boa alternativa nesses momentos é estimular as vendas casadas.

2 – Indicadores de desempenho: Mensuração de ações

O setor de supermercados costuma realizar algumas ações para a divulgação dos seus produtos e ofertas. Alguns supermercadistas fazem sua divulgação por meio de carros de som, redes sociais, etc. A prática mais comum é a distribuição de encartes.

Realizar ações para promover a loja e os produtos é fundamental, isso você já sabe. E quanto aos resultados que elas geram, você consegue mensurá-los? Você sabe quais clientes foram comprar na sua loja por conta de determinada ação?

Realmente responder a essas questões não é fácil. A boa notícia é que é totalmente possível. Para conseguir as respostas para essas perguntas é necessário o uso de uma tecnologia que seja capaz de te fornecer alguns dados específicos, armazená-los e organizá-los. Outra alternativa é fazer tudo manualmente com base nas informações do seu ERP. Convenhamos que essa opção não é a mais prática nem a mais recomendada por conta dos erros que podem gerar.

É preciso analisar dois tipos de dados. Para o primeiro deles é necessário ter o seus clientes cadastrados e com os dados deles em seu sistema você já sabe a região onde estão localizados os seus clientes e já o conhece melhor, o que facilita a realização de ofertas.

No segundo momento, após realizar as ações em determinada região, você pode ver quantas pessoas cadastradas naquele local foram comprar em sua loja com base nos produtos divulgados na sua campanha. Uma plataforma como a Mercafácil fornece essa mensuração de forma automatizada. Basta apenas informar os SKUs dos produtos divulgados e o período da campanha.

Com essas respostas, se o resultado for positivo significa que você pode continuar investindo naquela região. Caso contrário pode mudar sua estratégia ou até mesmo optar por outra forma de divulgação.

E claro que para ter tudo isso é preciso investir em sua empresa. Um simples exemplo como esse, já passa uma ideia do que pode ser feito e como pode ser útil ao seu negócio.

3 – Indicadores de desempenho: Análise de aquisição, retenção e perda de clientes

Talvez estes sejam os dados de maior importância dentro de uma empresa. Eles estão diretamente ligados ao sucesso do negócio como um todo.

Muitos lojistas tentam basear esses dados em achismos, o que é um risco. Ter precisão nesses números é imprescindível. Realizar a gestão de indicadores sobre o fluxo de clientes que frequentam ou não sua loja pode dar uma direção de qual caminho seguir com seu negócio.

Com base nisso, você pode definir estratégias para fidelizar os clientes, resgatar os clientes que não estão comprando a algum tempo e também vai te mostrar se suas ações têm sido efetivas, como foi dito no item anterior.

A principal função da gestão de desempenho é colocar sua empresa no caminho do sucesso, pois com dados é possível definir estratégias muito mais eficientes, obter resultados melhores e aumentar as vendas.

Agora que você já sabe como a gestão de indicadores de desempenho é de grande importância para sua empresa, confira o nosso post que fala sobre como otimizar processos na gestão do seu supermercado.

Fazer um acompanhamento dos indicadores de performance é indispensável para o sucesso do supermercado. Além de mostrarem os resultados de determinados procedimentos, constituem uma forma de identificar oportunidades e ameaças. A partir de uma análise bem estruturada, é possível planejar ações futuras, direcionar a equipe e obter um melhor desempenho.

Aumentar a inteligência competitiva do negócio, portanto, faz a diferença para alcançar o sucesso. Mas, além de saber o que fazer, é fundamental reconhecer quais métricas acompanhar.

Continue a leitura e conheça 5 indicadores de performance que devem ser analisados e o modo como cada um funciona.

1. Ticket médio

Saber quanto os clientes gastam no supermercado é fundamental para planejar as receitas futuras. Essa informação também serve para identificar se as pessoas fazem compras grandes ou pequenas e o impacto no lucro. Assim, o ticket médio é um indicador indispensável. Ele é dado pela fórmula:

Ticket médio = Valor total do faturamento / Número de vendas

Isso significa que se foram feitas 2 mil compras no mês e o supermercado obteve um faturamento de R$ 100 mil, então o ticket médio é de R$ 50. Quanto maior ele for, melhor tende a ser o consumo no local.

2. Compras recorrentes

Ter quem consuma de maneira frequente significa diminuir o Custo de Aquisição de Cliente (CAC) e ainda que a satisfação dos consumidores está alta. Esse é um dos resultados que indicam o sucesso das suas ações e é um objetivo a ser alcançado. Para acompanhar a evolução é preciso avaliar a taxa de recorrência, cuja fórmula é:

Compras recorrentes = (Compras de retorno / Total de compras) x 100%

Se, em um dia, dos 500 pedidos registrados, 200 deles foram de clientes pré-existentes, a taxa de recorrência é de 40%. É importante que ela seja elevada, mas também é preciso que seja equilibrada. Do contrário, indica que o supermercado está falhando em atrair novos clientes.

3. Taxa de turnover

O capital humano é determinante para o bom desempenho do negócio. Uma equipe comprometida, capacitada e motivada gera melhores resultados. Contudo, se os funcionários pedem demissão com grande frequência, há indícios de um ambiente desmotivador e é preciso verificar a taxa de turnover ou rotatividade, que é dada por:

Turnover = (Número de desligamentos / Total de empregados ativos) x 100%

Pense em um supermercado com 150 colaboradores, dos quais 30 se desligam em um ano. Isso significa uma rotatividade média de 20%, ou seja, em 5 anos todo o quadro estará renovado.

Apesar de ser impossível chegar a nível 0, o ideal é que a rotatividade se mantenha baixa. Assim, há menores custos com demissão e recrutamento, além de maior produtividade por parte dos funcionários.

4. Perda de clientes

Se perder funcionários não é interessante, perder consumidores é ainda pior. Isso acontece quando uma pessoa deixa de consumir no seu supermercado e o substitui por outro. O cálculo da taxa de perda de clientes é dado por:

Perda de clientes = (Número de clientes perdidos / Total de consumidores) x 100%

Em uma base de 2.000 pessoas, perder 200 em um ano leva a um índice de 10%. Esse número precisa ser acompanhado e reduzido, pois pode comprometer o futuro do empreendimento.

5. ROI

Ao realizar uma mudança de layout, fazer uma campanha de marketing ou até mesmo ao adquirir um novo software, é necessário conhecer o efeito dessas ações. Nesse cenário, um dos indicadores de performance mais importantes é o retorno sobre investimento (ROI). Graças a ele, é possível reconhecer a porcentagem de retorno de cada estratégia utilizada. Ele é dado por:

ROI = [(Ganhos com investimento – Custos com investimento) / Custos com investimento] x 100%

Uma campanha de marketing que custa R$ 30 mil e que retorna R$ 50 mil, por exemplo, tem 66% de ROI. Quanto maior o ROI, melhor é o retorno.

Além de conhecer e saber calcular os indicadores de performance, é fundamental usar os recursos certos. Com um sistema de gestão, é possível obter, armazenar e analisar essas informações, contribuindo para que os números se transformem em decisões acertadas rumo ao sucesso.

Agora que você já sabe quais indicadores de performance acompanhar, entre em contato conosco para conhecer uma solução que fornece todos esses dados de forma automática, com informações extraídas direto do seu ERP.  Veja como podemos lhe ajudar!

A competição acirrada, a busca do público por menores preços, as dificuldades em desenvolver estratégias de captação e retenção de clientes são realidades do dia a dia do gestor de varejo. Felizmente, o avanço da tecnologia tornou possível a coleta de dados de mercado e a transformação deles em estratégias valiosas para o aumento das vendas e, por consequência, o crescimento da empresa.

Neste post, vamos demonstrar como o seu negócio pode aproveitar as informações que o seu próprio supermercado produz para gerar mais resultados ao mesmo tempo em que gera valor para seus consumidores. Confira!

Conheça as vantagens de coletar e analisar informações

Decisões estratégicas são tomadas com maior exatidão quando o gestor possui informações relevantes para definir os rumos que o negócio deve seguir. Assim, a coleta de dados de mercado deve ser feita de maneira ágil, confiável e contínua a fim de que a empresa possa desenvolver táticas para atrair clientes, retê-los e vender mais.

Em um mercado formado por clientes cada vez mais exigentes e concorrentes competitivos, é necessário estar preparado para aproveitar as oportunidades e se adaptar às transformações logo que elas surgem. Com a coleta de informações, uma empresa consegue conhecer seu público e sua concorrência de maneira mais profunda.

Formada essa base de conhecimento, é possível traçar cenários e direcionar a tomada de decisões assertivas para o crescimento do negócio.

Em um setor cujo público é bastante variado, como o mercadista, o gestor que tiver condições de compreender as diferentes características e desejos desses consumidores poderá oferecer de maneira exata aquilo que eles querem. E é justamente isso que a coleta e a análise de dados permite.

Entenda as tecnologias que ajudam na captação de dados de mercado

O desenvolvimento da tecnologia possibilitou o surgimento de ferramentas poderosas de captação e análise de dados. A partir dos dados cadastrais, das transações realizadas, do ticket médio e dos produtos adquiridos é possível cruzar essas informações e estabelecer padrões que embasem as táticas que serão adotadas.

Imagine, por exemplo, a quantidade de informações que um supermercado produz a cada hora. São milhares de dados que, com as ferramentas adequadas, devem ser utilizados para dar vantagem competitiva ao negócio. Hoje esse recurso é possível graças ao surgimento de tecnologias e conceitos, dois deles descritos a seguir.

Big Data

É chamado de Big Data o volume gigantesco de informações, estruturadas ou não, armazenado por uma empresa. Essa quantidade de dados é importante para a tomada de decisões na área de marketing, redução de custos e aumento da produtividade.

Data Mining

Data mining é o termo em inglês para mineração de dados. Trata-se de procedimentos para investigar as informações digitais colhidas para encontrar padrões significativos, como temporalidades e associações. O objetivo desse processo é entender o relacionamento entre diversas variáveis.

Tenha as respostas para as suas perguntas

Imagine poder ter as respostas para as seguintes perguntas:

  • Quantos clientes novos entraram no meu estabelecimento no último mês?
  • Quantos clientes retornaram nesse período?
  • Qual o perfil do público que compra na minha loja?
  • Qual o melhor preço para vender minhas mercadorias?

Em uma plataforma de inteligência competitiva é possível coletar dados do mercado e transformá-los em subsídios para responder a essas questões e, assim, definir as estratégias comerciais da empresa.

Com um software adequado, é possível monitorar as informações demográficas, os interesses, os hábitos de consumo e a frequência de compra dos clientes. Também se determina a periodicidade de compra e o tempo de fidelidade dos consumidores ao seu estabelecimento. Já imaginou ter um controle maior das suas mercadorias e evitar rupturas de gôndola sem encher demais o estoque?

A plataforma também reconhece a distribuição geográfica de quem frequenta o negócio, o que permite dar consistência às ações de marketing. Em outra ponta, com a análise da concorrência, o software aponta os melhores preços para a venda das mercadorias — desse modo, uma estratégia de precificação tem muito mais chances de trazer resultados positivos.

A coleta de dados de mercado é hoje o que há de mais avançado no setor de varejo. O uso de informações corretas e confiáveis é o caminho mais seguro para definir estratégias, reter a clientela e conquistar novos consumidores.

Gostou das informações? Entre em contato com a Mercafácil e descubra como utilizar as informações geradas pelo seu empreendimento para vender mais!

Fazer histogramas foi e ainda é uma prática comum em muitos setores que lidam constantemente com vendas. Criado há quase dois séculos, por Guerry, ele nada mais é do que um conjunto de gráficos feitos com barras. O intuito é descobrir dados relevantes sobre a variação existente em uma determinada linha de informações.

No entanto, com a chegada da era da tecnologia, que trouxe recursos voltados à otimização de processos e análises, hoje, o histograma não tem mais a mesma eficácia em termos de inteligência competitiva. Se você deseja entender qual alternativa é mais vantajosa em relação a esse método mais antigo, continue lendo o texto de hoje até o fim!

Quais as principais funções de um histograma?

Primeiramente, é necessário compreender que o histograma necessita de uma coleta de dados bastante precisa, manual e, portanto, trabalhosa. De acordo com a demanda, sua realização também pode ser dispendiosa e o risco de cometer erros aumenta.

Além disso, o método dificulta uma análise realmente eficaz, porque se torna ilegível quando muitas sequências são comparadas ao mesmo tempo. Abaixo, listamos suas aplicações mais úteis:

  • Calcular os valores médios e desvio padrão;
  • Comparar padrões e itens estratificados;
  • Analisar a distribuição de dados.

Por que uma plataforma de análise de dados é melhor?

A grande vantagem de um software do gênero é a automatização. Diferentemente dos histogramas, uma plataforma de análise de dados fornece relatórios e análises automaticamente, possibilitando uma real imersão naquilo que se pretende avaliar.

Além disso, há a exatidão no levantamento de dados, o que permite uma tomada de decisão mais assertiva em diferentes estratégias, como trabalhar o pós-venda, por exemplo.

A operacionalização simplificada e automática também possibilita que gestores e funcionários gastem menos tempo com a atividade analítica, tendo em vista que um histograma demanda muito mais tempo para ser corretamente confeccionado e interpretado.

Como a solução automática pode ajudar seu negócio?

Com uma plataforma, você gastará menos tempo na mensuração analítica e também na compilação de informações. A partir disso, fica mais fácil ter insights para decidir e criar. Com um acesso rápido ao perfil do cliente, você pode elaborar uma estratégia mais efetiva de fidelização, por exemplo.

Plataformas de análise também auxiliam no planejamento de ações de marketing, independentemente do objetivo que se tem com elas: fortalecer o engajamento dos clientes, aumentar as vendas, qualificar a prospecção e assim por diante.

Recursos integrados, como informação geolocalizada e magic price point (precificação otimizada), deixam a tarefa ainda mais eficaz e próxima de representar uma melhora concreta no faturamento da empresa.

Outras funcionalidades, como análises de recorrência de compra, periodicidade e fatores afins possibilitam uma avaliação aprofundada sobre a aquisição e a perda de clientes, fazendo com que seja mais simples manipular essas informações, bem como utilizá-las estrategicamente, direcionando as tomadas de decisão para que a corporação tenha números melhores e possa crescer exponencialmente.

Sendo assim, pode-se dizer que depender de um histograma para a análise de dados atualmente não é o mais recomendado, levando em consideração as limitações desse recurso. Por isso, para obter máxima eficiência, é válido pensar na utilização de uma plataforma automatizada.

Se você deseja receber outras informações sobre esse tipo de ferramenta, fale com um dos consultores da Mercafácil. Teremos grande prazer em ajudar!

Sair na frente da sua concorrência e ampliar as vendas são os maiores objetivos de qualquer empresa. Para ajudar nessa empreitada, existem os chamados indicadores de mercado.

A sua aplicação permite que os detalhes do negócio fiquem mais claros para a análise e que as decisões tomadas sejam ainda mais certeiras. Dessa forma, a realidade financeira passa a ser bem administrada e o crescimento das atividades se torna mais seguro.

Mas qual é o conceito desses indicadores e como é possível fazê-los funcionar corretamente no cenário de um supermercado? É o que você vai descobrir agora!

O que são indicadores de mercado?

Os fatores que interferem diretamente em resultados periódicos do negócio são considerados indicadores de mercado. Eles permitem a identificação das tendências e oportunidades que podem gerar diferenciais para a empresa, de modo a impactarem no número de vendas.

Por meio desses indicadores também se detectam problemas e ameaças no desenvolvimento organizacional. Assim, fica mais fácil traçar as suas estratégias de venda e determinar as melhores ações de marketing de relacionamento e divulgação.

Os indicadores de mercado também são responsáveis por medir a saída de produtos, as necessidades do consumidor e o desenrolar de processos dentro de determinadas situações e épocas do ano, direcionando o gerenciamento do negócio.

Quais são as suas vantagens?

Os indicadores de mercado possibilitam que a inteligência competitiva do negócio tome forma. Com ela, será possível conhecer melhor cada passo da concorrência e se posicionar com firmeza diante dela.

Além disso, os riscos de enfrentar um eventual fracasso diminuem consideravelmente. A confiança em investir em mudanças e estratégias diferenciadas torna-se ainda maior. Em suma, o devido estudo dos indicadores de mercado é o ponto de partida para o crescimento da empresa.

Quais são os indicadores ideais para um supermercado?

Cada tipo de negócio exige a identificação de diferentes indicadores de mercado. Ao analisar o contexto de um supermercado, alguns dos fatores mais importantes são os seguintes:

Produtos mais vendidos

Conferir quais são os produtos mais vendidos em determinado período permite que a quantidade de vendas, devoluções e faturamento seja estipulada precisamente.

Com isso, é possível também determinar a sazonalidade das vendas para investir em ofertas, promoções, reestruturação de estoque e parcerias com novos fornecedores. Saber os produtos em alta também contribui para aumentar a previsibilidade das vendas e evitar a temida ruptura de gôndola.

Produtos que trazem maior faturamento

Ao se informar sobre qual foi o lucro obtido com a venda de cada produto, também se determinam quais deles trouxeram maior faturamento por período. Fica claro, então, a importância individual desses produtos nos resultados numéricos do supermercado.

Ter consciência desses dados pode ajudar em suas estratégias de marketing, por exemplo ao saber que produtos chamam a atenção dos consumidores em um encarte ou ação de SMS. Além disso, ter dados como esse podem contribuir para negociações com fornecedores e indústria.

Hábitos de consumo dos seus clientes

Enxergar cada cliente como uma pessoa diferente muda tudo! Entender como funcionam as vendas por pessoa leva o mercadista a entender os motivos da decisão de compra do consumidor. Ou seja, ele passa a entender as reais necessidades dos clientes e pode aperfeiçoar seus processos e portfólio de produtos para atendê-los ainda melhor.

Além disso, é possível conhecer os hábitos de consumo, como a quantidade de vezes que o cliente vai ao supermercado, o valor médio que ele gasta, quais linhas de produtos mais consome, etc.

Ao ter esses dados, trabalhar ações que trarão resultados efetivos é muito mais fácil. Afinal, você vai conseguir vender carne para quem compra carne, além de poder pensar em ações de venda casada, como oferecer bebidas ou artigos de churrasco para quem compra carne, por exemplo.

Magic Price Point

Esse indicador permite que o mercadista defina os melhores preços de venda para cada um de seus produtos sem deixar de aperfeiçoar as estratégias de precificação. Isso inclui desenvolver a percepção adequada para identificar a disposição dos clientes em aceitar mudanças de valores e identificar os pormenores de seu perfil.

Um indicador como o Magic Price Point também auxilia o planejamento de promoções, ajuda a identificar a porcentagem de desconto em que se pode chegar e garante que o supermercadista não perca dinheiro.

Agora que você já sabe os indicadores de mercado mais importantes para contribuir com o crescimento do seu supermercado, é preciso montar táticas que aumentem as suas vendas. Para começar, faça o download do guia com 10 passos infalíveis para aumentar sua base de clientes e elabore um bom trabalho!

O ROI — ou Retorno sobre o Investimento — é um importante indicador para a empresa que deseja manter seu capital de giro e seus recursos bem aplicados, evitando ao máximo os prejuízos.

Ele permite calcular o lucro que a empresa terá ao optar por um investimento específico. Assim, sabendo de antemão se terá lucro satisfatório, o gestor poderá manter ou não seu projeto.

Neste post, veremos como calcular o ROI em um projeto de CRM. Acompanhe!

O que é um projeto de CRM

O projeto de CRM consiste nas fases de planejamento e implementação do sistema de Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente (ou Customer Relationship Management) em uma empresa. Com isso, a organização terá uma base de dados acionável capaz de mapear as vendas e possibilitar conexões mais significativas com cada consumidor.

Nesse aspecto, são três os tipos mais comuns de CRM:

  • CRM Operacional: está mais ligado à operacionalidade do sistema e auxilia na automação dos processos de venda, atendimento aos clientes e marketing;
  • CRM Colaborativo: o foco aqui são os canais que a empresa utiliza para estabelecer contato com seus clientes e parceiros de mercado, como telefone, chat, e-mail, canais de autoatendimento e mídias sociais;
  • CRM Analítico: compreende as avaliações de performance da organização, de forma a comparar o alcance de resultados da empresa e seus indicadores de desempenho, bem como o comportamento dos consumidores e tendências de mercado.

O planejamento de um projeto de CRM

Ao contrário do que acontece em campanhas, um projeto de CRM demora mais tempo para oferecer retorno. Contudo, há a vantagem de que um projeto de CRM oferece lucros mais duradouros que os de uma campanha. As campanhas oferecem os resultados somente no período em que os investimentos estão sendo feitos.

No caso do CRM, acontece uma modificação na cultura corporativa, possibilitando que ela se beneficie continuamente com a fidelização e a captação de clientes. Também contribui para aumentar a produtividade e tornar mais fácil a gestão da equipe de vendas.

Para iniciar um projeto de CRM, é importante persuadir os diretores a investir em capacitação de funcionários, em modificações nos processos e em tecnologia mais avançada.

As características de um projeto de CRM

O que torna um projeto de CRM um bom investimento? É necessário responder a essa pergunta antes de propor o projeto. Também é fundamental saber quanto o projeto custará. Devem existir justificativas que comprovem que a empresa efetivamente terá lucros com o projeto de CRM.

Por isso, convém fundamentar a análise do projeto em dois pontos mais relevantes:

  1. Redução de custos.
  2. Aumento da receita.

Um projeto de CRM requer mais do setor de marketing, de vendas e de atendimento, pois são setores que atuam mais diretamente com o cliente. São eles que se tornarão referência para a obtenção de ganhos que justificarão o investimento.

Os indicadores de resultados

Para calcular o ROI de um projeto de CRM, é preciso procurar indicadores que sirvam para apoiar a construção de um modelo financeiro que servirá para analisar a relação custo x benefício, o ROI e o prazo para que o capital aplicado no projeto seja devolvido ao caixa da empresa.

Eis alguns exemplos de indicadores de resultados por setor:

No setor de vendas

  • Aumento da produtividade dos agentes de vendas (mais tempo vendendo);
  • Aumento da produtividade dos gestores de vendas (mais tempo gerenciando);
  • Captação mais barata de clientes (emprego de menos capital para conseguir conversões).

No atendimento

  • Aumento da produtividade dos agentes de atendimento (atendimento de uma quantidade maior de clientes);
  • Redução da rotatividade dos agentes de atendimento;
  • Produção de vendas cruzadas e de mais oportunidades de negócio.

Indicadores gerais

  • Maior lucratividade sobre as receitas;
  • Redução do overhead administrativo (o valor das despesas cai significativamente);
  • Diminuição nos gastos com treinamentos e com a preparação de novos agentes.

Os indicadores não são fixos, variando de acordo com a organização. Por isso, as oportunidades com CRM são diferentes de uma empresa para outra. Eles devem ser bem selecionados depois de uma cuidadosa análise. Lembre-se de que, quanto mais objetivo for um indicador, melhor ele será.

Os custos com o projeto de CRM

Óbvio que, para calcular o ROI, é preciso saber os custos com o projeto de CRM. Há cinco linhas de custos principais: software, hardware, consultoria, pessoal e treinamento. Convém levar em conta outra linha de custo, relativa a gastos imprevistos que poderão aparecer durante o projeto.

Software

Essa linha de custo envolve os gastos com a aquisição de licenças (taxas de licenciamento) e manutenção do produto, além de posteriores aquisições, tanto para o software de CRM quanto para outros softwares que sejam necessários para a instalação do primeiro.

Recomenda-se observar se existem custos adicionais de software durante o período de migração de versões e de outras funcionalidades (atualizações). É importante ter certeza de que todas as funções necessárias estarão contabilizadas nos custos.

Hardware

É importante dizer que há casos em que não é preciso investir em hardware, como as opções de CRM online (na nuvem).

Mas, se houver necessidade de adquirir equipamentos, convém investir em um hardware que seja capaz de suportar as operações do software, considerando um período mínimo de cinco anos e incluindo a ampliação da base de dados, do número de usuários e das novas funções.

Consultoria

A consultoria envolve pessoas altamente capacitadas, trabalhando de forma ativa no negócio. Desse modo, mesmo podendo ter um valor mais elevado, a contratação de consultoria, seu planejamento e sua execução são fundamentais para oferecer os resultados almejados em curto, médio e longo prazo.

É necessário procurar por equipes que apresentem qualificação comprovada, ainda que os custos sejam mais elevados — pagar por bons serviços sai mais barato que pagar menos por serviços que necessitam de constantes retificações.

Pessoal interno e treinamentos

Outra linha de custos que precisa ser considerada ao calcular o ROI é a do pessoal interno. A implantação de um CRM inevitavelmente constitui mudanças na cultura e nos processos da organização. Geralmente, não se dá o devido valor ao treinamento.

No entanto, é conveniente treinar bem os colaboradores a respeito da nova ferramenta, a fim de impactar positivamente as rotinas e resultados aguardados. Devem-se fazer reuniões e incentivar o uso do CRM.

Em relação aos custos, eles não representam muito, a não ser nos projetos que envolvem uma infinidade de colaboradores e de aspectos geográficos. A falta de treinamento pode gerar gastos extras na linha do tempo, devido aos profissionais mal capacitados.

Sexta linha de custos

Não podem ser esquecidos ocasionais custos com imprevistos variados, pertinentes a viagens, incentivos especiais, compras não programadas, e assim por diante. Separe um montante para reserva.

O cálculo do ROI em projetos de CRM

A fórmula básica para calcular o ROI em qualquer situação é a seguinte:

Retorno – Investimento / Investimento

Considere uma empresa que, em suas projeções, estima uma economia de R$ 150 mil devido a um projeto de CRM. Para implantar esse software (considerando todas as linhas de custos) será preciso um investimento de R$ 90 mil.

Jogando na fórmula, temos: 150 mil – 90 mil / 90 mil. Logo, o ROI é de 0,666.

Mas o que significa esse valor? Multiplicando por 100, obtemos o percentual de 66,6%, ou, aproximadamente, 67%. Com o percentual, fica mais fácil entender. O Retorno Sobre o Investimento com esse projeto de CRM seria de 67%, ou seja, mais da metade do capital investido.

Dependendo do perfil da empresa, talvez esse ROI seja muito interessante. Porém, o gestor poderá considerar outros projetos antes de investir nesse especificamente. Afinal de contas, se ele obtiver, em outro projeto, um ROI de 70% ou 75%, será ainda mais vantajoso. Por outro lado, se o ROI for negativo, significa que o projeto trará prejuízos.

Viu como não é tão complicado calcular o ROI nos projetos de CRM? Você está pensando em investir em CRM? Calculou o ROI e considerou todas as linhas de custos? Siga-nos no Facebook e LinkedIn para ficar por dentro de outras tendências e soluções como esta!