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Para se destacar no mercado e garantir o sucesso do negócio não basta ter um produto/serviço de qualidade. Na verdade, vários outros elementos interferem diretamente nas vendas, como, por exemplo, a precificação no varejo. 

O modo como você coloca preço nos produtos interfere diretamente nos resultados do seu negócio, uma vez que esse é um dos fatores que mais pesa na decisão de compra. É o que mostra a pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em 2018. Cerca de 85% dos entrevistados disseram que pesquisam e comparam valores antes de comprar. 

O varejista precisa elaborar os valores das mercadorias com cuidado, pois, eles precisam ser atrativos para os clientes, mas ao mesmo tempo manterem uma margem de lucro saudável para o empreendedor. 

Além disso, o que muitos empreendedores não sabem é que sem uma estratégia de precificação no varejo, eles ainda podem desencadear outros problemas. E nesse post vamos abordar mais à fundo como 

3 problemas que você pode ter por conta da precificação no varejo feita de maneira incorreta 

A precificação no varejo está diretamente ligada a vários fatores de um empreendimento. E quando ela não é feita de forma correta, pode acarretar problemas como: 

Redução de desempenho 

A perda de desempenho de um negócio pode ser reflexo direto dos valores das mercadorias. Isso porque, quando você não calcula o preço de forma adequada, ou se baseia apenas na concorrência, pode acabar não suprindo de forma eficiente as despesas, e até mesmo sair no prejuízo. 

É a famosa situação onde o negócio está com um faturamento alto, mas quando o empreendedor vai olhar o lucro, ele está baixo, quase que no vermelho. 

Falta de troco 

Outro problema recorrente por conta da precificação é a falta de troco. Essa é uma das estratégias mais tradicionais do varejo é a colocação de preços quebrados, como R$ 9,99 ou R$ 19,90. Esse tipo de precificação gera um efeito psicológico no consumidor, o que pesa mais no processo de compra. Isso porque, o preço quebrado reduz o impacto do valor em si, basta avaliar como R$ 49,90 parece mais atrativo do que R$ 50,00. 

Mas para que essa estratégia gere os melhores resultados para o empreendedor, atraindo mais clientes e assim gerando mais vendas, o negócio precisa estar preparado. Afinal de contas, com a demanda maior por moedas, o risco de falta de troco é maior. 

Por isso, cabe ao varejista buscar soluções que auxiliem nessa questão. Seja contratar um serviço de custódia para compra de moedas, criar ações de arrecadação ou investir em ferramentas de entrega do troco de maneira digital! 

Perda de clientes 

A precificação incorreta no varejo também pode afetar o sucesso do negócio ao aumentar a perda de clientes. Isso geralmente acontece quando o empreendedor apenas estabelece estimativas de despesas, e com isso acaba colocando preços mais altos. 

Como dito anteriormente, os consumidores estão sempre comparando preços. Não é à toa que pesquisas apontam que 67% dos clientes acabam comprando em supermercados online, por esses terem os valores mais “em conta”. 

Ter equilíbrio entre preços que sejam interessantes para os clientes, mas, ao mesmo tempo, que gerem lucro e o sucesso do negócio é um desafio. Seja para quem tem uma loja física ou um e-commerce. 

Por conta disso que a precificação no varejo é algo tão importante. Qualquer erro no processo pode comprometer diretamente as finanças e até mesmo a imagem do seu empreendimento dentro do mercado. 

Como fazer a precificação no varejo de maneira adequada? 

Existem várias formas de fazer a precificação de produtos. Contudo, antes de procurar por fórmulas prontas, é importante conhecer mais a fundo o seu nicho, o seu negócio e a sua clientela. 

Isso porque, cada empreendimento possui características e necessidades e específicas. Até mesmo comércios do mesmo ramo vão ter demandas diferenciadas. 

Logo, para precificar as mercadorias corretamente, leve em conta alguns pontos importantes. 

Avalie todas as despesas, principalmente taxas e tributos 

As despesas são elementos básicos no cálculo dos valores dos produtos. Afinal de contas, você precisa que as vendas cubram os gastos e gerem lucros. 

E aqui não é indicado usar estimativas. Coloque em uma planilha ou plataforma os valores exatos, principalmente de taxas e tributos (que geralmente pesam mais no orçamento). 

É com base no valor exato das despesas que você poderá definir a margem de lucro mais adequada. 

Conheça o seu público 

Entender e conhecer à fundo o seu público também auxilia na formação de preços. É estudando os comportamentos deles e até mesmo as preferências de compras que você poderá adequar os valores. 

É o conceito básico de demanda e oferta. Se há uma necessidade recorrente por produtos diferenciados por parte dos clientes, é possível agregar mais valor às mercadorias. 

Além disso, quando você conhece os hábitos do seu público-alvo, pode adaptar os valores para cada perfil. Por exemplo, se seus clientes pagam mais em dinheiro, você pode criar um preço diferenciado para o pagamento à vista. 

Tenha soluções tecnológicas 

Soluções tecnológicas também podem auxiliar na precificação. Desde softwares de gestão para entender o perfil dos seus consumidores, até aplicativos que ajudem a reduzir custos e assim aumentar a margem de lucro. 

Inovar no varejo é necessário, principalmente levando em conta que a nova geração de consumidores é exigente. Esses clientes não querem apenas preços interessantes, mas, também: 

  • Facilidade pagamento; 
  • Agilidade na entrega; 
  • Atendimento personalizado; 
  • Experiência de compra diferenciada; 
  • Produtos de qualidade e muito mais. E é por meio de soluções tecnológicas focadas no varejo que será possível atender essas e outras necessidades dos consumidores. Isso tudo, claro, sem esquecer do próprio negócio. 

Inclusive, várias ferramentas para o varejo ajudam a reduzir custos, permitindo assim que você tenha preços mais competitivos, mas igualmente vantajosos para o seu negócio. 

Conclusão 

Garantir o sucesso do negócio é uma tarefa que exige muito estudo e planejamento. Nada no varejo é feito com base em “achismo”. Logo, se você quer garantir que o seu empreendimento tenha os melhores resultados, precisa coletar dados dos seus consumidores e usá-los a seu favor! 

Aproveite então para conferir outros posts da Mercafacil e aprenda como captar e usar essas informações de maneira eficiente!

A NRF 2020 como de costume trouxe a tona os assuntos de maior relevância para o varejo. Neste ano, a feira atraiu mais de 30 mil pessoas para a cidade de Nova York de 11 a 14 de janeiro.

Todos os anos a feira revela alguns pontos que serão tendências para o ano e também para o futuro do mercado.

Em nosso post de hoje, separamos alguns dos assuntos mais comentados na NRF 2020. Acompanhe até o final e fique a atento aos assuntos que já podem ser aplicados no seu supermercado.

Principais temas NRF 2020

Relacionamento com o cliente

Esse é um tema que já não é novidade em nossas publicações e a tendência é que ele seja cada vez mais frequente.

O perfil do consumidor não é o mesmo de alguns anos atrás e certamente você já notou isso, principalmente se já atua a vários anos no varejo.

O comportamento de compra tem mudado consideravelmente e as lojas que não perceberam essa situação já começaram a perder mercado.

Para entender como essa relação precisa ser é só pensar em como funcionavam as lojas antigamente. O dono geralmente conhecia praticamente todos os clientes e os itens que mais consumiam.

Por exemplo, vamos imaginar que um consumidor compra um tipo de peixe com frequência na sua loja. Quando uma nova remessa desse produto chegasse na loja, o proprietário poderia avisar ao cliente assim que ele chegasse à loja.

Hoje para que isso aconteça a tecnologia é fundamental. Cadastrar, identificar e fazer a gestão do comportamento dos clientes é uma tendência e supermercados que já adotaram essa prática, já tem alcançado ótimos resultados, confira aqui.

Uma outra questão importante é a presença digital do estabelecimento. Muitos consumidores já têm o hábito de consultar preços, ofertas, recomendações e até mesmo conteúdos das lojas que frequentam.

Então, caso sua loja não possua canais digitais ativos a sua relação com o consumidor pode ficar mais distante.

Para entender mais sobre a importância do relacionamento com o cliente confira este post sobre o assunto.

Uso Dados

Esse assunto tem uma relação bem próxima com a questão de relacionamento com os clientes. O uso de dados dos consumidores é o que vai permitir uma relação mais próxima e também uma melhor experiência de compra para eles.

Os dados também são fundamentais para gestão do varejo como um todo. Áreas como estoque, financeiro e comercial, podem melhor muito os seus resultados se criarem um planejamento com base na coleta e análise de informações.

Para os brasileiros esse ainda tem ainda mais relevância já que em agosto deste ano começa a vigorar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Experiência de compra do consumidor

O momento de compra tem ganhado uma atenção maior dos varejistas ao longo dos anos. Isso tem acontecido, principalmente por conta do avanço nas experiência de compra online.

No ambiente digital, as lojas se preocupam em oferecer uma compra prática, sem interferências e com a melhor experiência para o cliente final. Tudo isso, funciona como uma estratégia para que ele retorne a compra em uma mesma loja online.

Essa prática é bem comum nesse tipo de loja e as que não utilizam, certamente tem resultado bem abaixo das outras.

A busca do consumidor por essa praticidade e experiência já chegou até as lojas físicas. Assim, da mesma forma, os estabelecimentos que não a fornecerem podem perder vendas.

Nesse cenário o uso de tecnologia é inevitável para realmente transformar a experiência de compra nas lojas físicas.

Confira alguns exemplos:

  • Scanner produtor via QR Code para obter mais informações;
  • Métodos de pagamento digitais;
  • Aplicativos;
  • Caixas de autoatendimento;
  • Uso de dados para criação de ações personalizadas;

Esses são apenas algumas das tecnologias que podem ser utilizadas no varejo. Atualmente já existem lojas que operam de maneira completamente digital como a Amazon Go, por exemplo.

Varejo Omnichannel

Na NRF 2020 também foi falado sobre o famoso omnichannel ou multicanal. Na prática essa estratégia já tem caminhado bastante nos últimos anos e tem tudo para ser algo comum em breve.

Esse tópico também tem uma relação bem próxima com a preocupação em melhorar a experiência de compra.

De forma resumida, o que a lojas precisam colocar em prática é uma integração entre todos os seus canais, sejam eles de venda, comunicação ou distribuição.

Com isso, surgem novos métodos de venda para os produtos. Esses novos formatos de compra, tem como objetivo dar mais possibilidades ao clientes, para que ele escolhe a que melhor lhe atenda.

Os que aparecem com maior destaque são a compra online e retirada na loja e a compra online e o recebimento dos produtos em casa.

Sua loja já está preparada para implementar soluções como essas? Ou então, você já investe em algum dos tópicos que foram comentados neste post?

Deixe o seu comentário sobre as suas impressões das tendências apresentadas na NRF 2020.

Qual será o caminho do varejo 2020? Essa é uma pergunta normal no início de cada ano, já que o setor varejista tem mudado consideravelmente nos últimos anos.

Em meio a essas mudanças o questionamento em relação aos próximos passos do setor é inevitável. Algumas novidades podem ser colocadas em prática a curto prazo e outras podem exigir um período mais extenso de preparação.

Mesmo assim, é importante que você se mantenha a atento sobre o que há de mais inovador no seu ramo de atuação.

Dessa forma, assim que possível você pode colocar em prática essas ideias inovadoras e sair na frente dos seus concorrentes.

Acompanhe nosso post de hoje para descobrir as tendências do varejo para o ano de 2020 segundo pesquisa da Hibou.

Tendências para o varejo 2020

Esse processo de inovação no varejo é algo constante e os varejistas que não perceberem certamente perderão espaço.

O consumidor mudou, as necessidades mudaram e você precisa entender essa situação o mais rápido possível. Dessa forma, poderá atender o seu cliente da maneira correta e proporcionar a melhor experiência de compra.

Se você ainda não iniciou o processo de inovação na sua loja é importante que o seu planejamento seja revisto. Além de novidades que podem surgir, estratégias já existentes podem se consolidar.

Nesse caso, o prejuízo para sua loja pode ser ainda maior. Mas, fique tranquilo que separamos algumas tendências para o varejo 2020 e você pode começar a investir nessas estratégias em breve.

Estratégias Omnichannel

Ter uma estratégia completa que integre as atividades físicas e digitais da sua loja é um caminho que parece ser inevitável.

Essa estratégia pode atuar como forma de atrair novos clientes e, claro, proporcionar uma melhor experiência de compra para quem já costuma comprar na sua loja.

Além disso, se bem planejada pode inclusive expandir a atuação da sua empresa com a criação de uma loja virtual, por exemplo.

É importante comentar também que utilizar estratégias multicanais não se restringe apenas aos varejistas que possuem lojas digitais.

Ter uma atuação omnichannel, inclui também a comunicação da loja, forma de distribuição e até mesmo o atendimento aos clientes.

Para saber mais sobre esse assunto confira nosso post “Varejo omnichannel: Como isso impacta o seu supermercado”

Autoatendimento

Essa não é uma situação tão nova para os consumidores de maneira geral. O autoatendimento foi introduzido no mercado há alguns anos e tem ganhado cada vez mais força.

A princípio é possível pensar no seu uso em estacionamentos, por exemplo, o que já é bastante comum. Restaurantes também já adotam esse modelo e o varejo tem aumentado os investimentos nesse sentido nos últimos anos.

Talvez para os supermercados essa seja uma estratégia que vai além de melhorar a experiência de compra. Implantar um caixa de autoatendimento pode servir para aproveitar melhorar o espaço de loja, por exemplo.

Os self-checkouts já têm aparecido em algumas lojas e também melhorado seu desempenho nos últimos anos. Em 2020 é possível que essa tecnologia seja ainda mais comum no varejo.

Se interessou por esse assunto? Veja como um self-checkout pode melhorar a experiência de compra dos seus clientes.

Meios de pagamento

O mercado financeiro tem mudado nos últimos anos, com o surgimento de novos bancos e novas tecnologias.

Consequentemente os novos meios de pagamento foram surgindo e tem tudo para ganhar cada vez mais força.

Essa provavelmente é uma mudança que irá exigir um pouco mais de tempo para ocorrer, mas é importante estar preparado para oferecer diversos meios de pagamento para seus clientes.

Afinal, atualmente os consumidores têm aderido a novas tecnologias cada vez mais rápido.

Alguns exemplos desses novos meios de pagamento são:

  • Proximidade;
  • Cobrança via link;
  • Tokens;
  • QR Codes.

É importante se manter atento a essas novidades para que assim que possível elas sejam implantadas. Dessa forma tanto varejista quanto consumidor saem ganhando.

O que você achou dessas tendências do varejo 2020? Para continuar lendo sobre novidades do mercado, confira nosso post “4 ideias inovadoras para supermercados

Certamente não existe unanimidade quando se fala de uma loja preferida pelos consumidores. 

Isso acontece, pois existe uma grande diversidade nos hábitos de compra. Enquanto um dá privilégio para preço outro cliente pode preferir uma melhor experiência de compra, por exemplo.

Além disso, o comportamento de compra atual reflete um público cada vez menos fiel a uma marca. Porém, isso não quer dizer que não seja necessário trabalhar estratégias que busquem reter e fidelizar quem compra na sua loja.

Com esse tipo de tática em prática é que uma loja pode atingir um alto nível de satisfação dos clientes. Foi atuando dessa forma que o Carrefour se tornou o supermercado mais amado pelos brasileiros.

Confira como foi realizada essa pesquisa e o que o Carrefour tem feito para ocupar esse posto.

Como definir o supermercado preferido dos consumidores?

Como já falamos é difícil encontrar maneiras de definir qual é a loja preferida dos clientes, afinal essa é uma questão subjetiva.

Mesmo assim, a eCGlobal em parceria com o Centro de Inteligência Padrão (CIP) buscaram uma forma para obter essa resposta.

Para isso, as empresas realizaram o estudo “Marcas Mais Amadas do Brasil”. Foram entrevistadas mais de 1.500 pessoas de 18 a 54 anos das classes A, B e C.

Por meio de uma metodologia própria, foi definido um indicador chamado Net Love Score (NLS) para definir um ranking. Foram analisados diversos segmentos do mercado como indústria automobilística, redes sociais, bancos, entre outros.

Na categoria de Hipermercados/Supermercados o líder do ranking foi o Carrefour. Atualmente a rede conta com diversos tipos de lojas, desde atacado até lojas de proximidade.

Esse é um dos pontos que podem ter feito a diferença já que a rede é capaz de atender vários públicos. Não apenas isso, mas a empresa tem tomado uma série de atitudes para se aproximar dos consumidores.

Entenda algumas possíveis razões para que a marca tenha alcançado a liderança no setor de hipermercados/supermercados.

Conquistando a preferência dos clientes em supermercados

Para ser lembrado como a marca mais amada no segmento supermercadista certamente o Carrefour tem adotado boas estratégias. Vamos conhecer algumas dessas táticas que têm sido colocadas em prática.

A rede tem um plano bastante ousado no que diz respeito à inovação. No início de 2018 foi lançado o plano Carrefour 2022 que tem como principal propósito atuar com inovação digital.

Esse é um plano mundial da companhia, mas que já teve ações colocadas em prática no Brasil. Os principais esforços estão destinados ao e-commerce do supermercado que já tem alcançado número expressivos.

Outro fator que tem sido tema de investimentos é a relação entre as lojas físicas e a loja virtual. Tudo isso com o principal objetivo de melhorar a experiência de compra dos consumidores.

Entender os hábitos de compra dos consumidores é mais uma das atividades que a empresa tem colocado em prática. Com essas informações têm investido em ações segmentadas para os clientes.

O uso de tecnologia é cada vez mais presente no Carrefour. Em 2019 a empresa lançou a Carina, uma assistente virtual que utiliza inteligência artificial.

Segundo a empresa o objetivo com essa ferramenta é:

Solucionar dúvidas e oferecer sugestões para os clientes com agilidade, cordialidade e clareza na informação, por meio de canais de voz e texto

Essas são apenas algumas das estratégias que têm sido adotadas. Ao observar essas ações fica claro a preocupação da empresa com inovação e na experiência de compra.

Questões essas que são fundamentais no mercado atual e que certamente podem fazer toda a diferença. Não é a toa que o Carrefour foi lembrado como a marca mais amada no segmento supermercadista.

Que tal realizar um benchmarking dessas empresas que tem alcançado resultados tão expressivos? Para aplicar corretamente essa metodologia baixe gratuitamente nosso ebook “Guia completo para fazer benchmarking corretamente” e confira o ranking das Marcas Mais Amadas do Brasil.

Para saber como atrair clientes para loja é preciso ter um planejamento estratégico que leva em conta alguns fatores muito importantes.

Antes de tudo, é preciso entender que você irá lidar com pessoas e elas costumam ser diferentes. Pensam e agem de formas distintas.

Outro fator importante é saber que a atração não funciona apenas para clientes novos, os consumidores inativos e os perdidos também devem entrar nesse plano.

Para tentar ajudar os supermercadistas, a Mercafácil fez um passo a passo de como atrair clientes, acompanhe!

Passo a passo | Como atrair clientes para loja

Entender o comportamento do consumidor é uma das tarefas mais importantes quando se fala em atração. Por conta disso, estratégias como a gestão de clientes têm crescido tanto no varejo nos últimos anos.

E por quê conhecê-los é fundamental? Porque, quando você conhece os consumidores as suas chances para fazer com que ele vá até a sua loja são muito maiores. O que vai mudar são as estratégias que você irá utilizar.

1 – Entenda quem são seus clientes

Conhecer os clientes é a regra número um para conseguir a maior quantidade de consumidores possível.

Você precisa construir uma base de dados dos clientes, criar um perfil deles e, claro, analisar as informações para definir as estratégias que serão utilizadas. Para a construção dessa base pode ser utilizado um programa de benefícios, como um clube de descontos. Assim, você troca descontos por dados importantes para seu negócio.

É importante entender também o mercado e o que os seus clientes esperam de você. Para isso, vale fazer um benchmarking dos concorrentes. Nele, você deve tentar identificar possíveis razões que façam o cliente comprar lá e não com você. Com essa prática você consegue entender boas práticas para o seu segmento e também mais sobre possíveis compradores.

2- Identifique se há locais em que você pode conseguir novos clientes

As regiões com o maior número de clientes costumam ser nas proximidades da loja, mas isso não quer dizer que você não tenha espaço em outras áreas.

O uso de tecnologias, como a geolocalização, podem ser muito úteis para te ajudar a conquistar clientes em novos locais. Principalmente, por conta da sua precisão. Assim você só terá que escolher de qual forma irá atuar.

Com ela você também pode construir um mapa de clientes e identificar em quais regiões eles estão. Depois dessa análise, basta procurar onde ainda tem poucas pessoas que compram na sua loja e investir em estratégias para atraí-los.

3 – Divida seus clientes por necessidade

Muitos pensam que atrair clientes se trata apenas de fazer com que pessoas que nunca compram na sua loja façam isso. Porém, na prática isso vai além.

A atração pode ser de novos clientes, mas também de consumidores inativos, perdidos ou até mesmo dos ativos que estão sem atividade na loja. Fazer essa divisão é extremamente importante, pois desta forma você poderá se comunicar com eles de maneiras distintas e certamente de uma forma mais efetiva.

4 – Pense estrategicamente em cada grupo de clientes

Depois de descobrir em qual status está o cliente, chegou a hora de montar uma estratégia para cada um deles.

Se você fizer uma comunicação genérica para todos, pode até ter alguns resultados, mas muito abaixo do que poderia ter. Cada grupo de clientes precisa ser contatado de uma forma específica para que você consiga atrair o maior número possível de clientes.

Após analisar os hábitos dos consumidores, você também precisa se atentar às necessidades deles. São do tipo que compram pouco, mas diariamente ou deixam para fazer compras de mês grandes? Cada um deve ser abordado com frequências e de formas diferentes, certo?!

5 – Crie segmentações

Certamente você já sabe que trabalhar com segmentações proporciona resultados muito superiores a de um contato massificado com sua base.

Aqui você precisa novamente estar atento em qual grupo está o clientes, ativo, inativo ou perdido. No caso de novos clientes as segmentações ainda não podem ser feitas, pois você por enquanto não possui o cadastro desse consumidor. Mas se já conhece quem compra com você, veja alguns exemplos:

Atrair clientes ativos para loja

Sim, ativos. É importante segmentar esses clientes e manter o contato com eles.

Esse contato contínuo com eles é fundamental para estimular novas compras e o aumento do ticket médio. Além disso, também trabalha a retenção.

Atrair clientes inativos para loja

Se os clientes estão há algum tempo sem comprar eles se tornam inativos. Sua função agora é encontrar uma forma de fazer com que ele volte a comprar.

Para isso, você pode fazer uma campanha de recuperação com ofertas baseadas em histórico de compra. Uma ação como essa tende a ter bons resultados, pois se o cliente já costuma comprar aquele produto tende ir até a loja comprá-lo em oferta. Veja aqui um exemplo de campanha.

Atrair clientes perdidos para loja

Depois de descobrir quais dos seus clientes estão no grupo dos perdidos é preciso seguir alguns caminhos para tentar fazer com que ele volte.

O primeiro deles pode ser o de estimular novas compras. Para isso, você pode tentar seguir a mesma ideia usada com os inativos, de oferecer algo com base nos hábitos de consumo. Outra opção nessa linha, é oferecer um cupom de desconto ou uma promoção especial que chame a atenção dele.

Outro caminho que pode ser seguido é o de reaproximar o relacionamento. Envie uma mensagem ou um email para ele na tentativa de entender o que aconteceu. Uma ação como essa pode fazer o consumidor sentir que é importante para sua loja.

6 – Faça suas campanhas

Agora que você já tem quase tudo estruturado chegou o momento de efetivamente fazer sua campanha. Basta escolher o grupo de clientes que vai trabalhar e qual formato será utilizado.

Se você for trabalhar com clientes ativos e inativos, é uma boa alternativa apostar em campanhas de sms ou whatsapp. Nelas você pode comunicar alguma oferta, ação na loja ou até mesmo algo focado em relacionamento, como os parabéns no dia do aniversário.

Já para os consumidores perdidos, o envio de email, sms ou o contato pelas redes sociais pode ser mais efetivo. Seja qual for o formato escolhido, é importante lembrar que com esse grupo de clientes você precisa focar no relacionamento para fazer com que ele volte.

Como você ainda não tem informações dos novos clientes esse trabalho é feito de uma forma mais geral. Fazer a distribuição de encartes e contratar carros de som para divulgar as ofertas da semana são ótimas ideias para atrair clientes novos. Não deixe de apostar também nas redes sociais… Você pode fazer posts patrocinados que contam com grande capacidade de segmentação e podem trazer ótimos resultados.

7 – Mensure resultados

Qual a razão de fazer uma campanha de sms ou uma distribuição de encartes e não saber quais resultados ela trouxe para a loja?

Muitos pensam que essa etapa não tem tanta relevância e deixam ela de lado do processo. Grande erro de quem pensa dessa forma, pois mensurar os resultados é uma das partes de maior importância.

Analisar o que a ação foi capaz de gerar tem dois aspectos principais:

  1. O primeiro deles é saber o que deu certo, quais foram os resultados obtidos, quantos clientes foram até a loja, quanto gastaram e, principalmente, qual o ROI você teve. Analisar isso te ajuda não só a ver valor em fazer as ações, mas também em saber o que os clientes esperam da sua loja e como você pode agradá-los. 
  2. O segundo é identificar o que pode ser melhorado em ações futuras. A intenção é que suas campanhas sejam sempre melhores e que tenham resultados superiores às anteriores. Para isso, nada melhor do que aprender com as que você já fez.

Agora chegou a hora de você  testar o nosso passo a passo na sua loja e atrair um grande número de clientes.

Depois que você os atrair, não pode deixar que parem de comprar na sua loja. Para isso, baixe nosso ebook e aprenda como trabalhar a retenção de clientes.