Gestão

Clientes indecisos: você está preparado para lidar com eles?

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Praticamente todos os negócios têm consumidores que não sabem exatamente o que querem. Em um supermercado, entretanto, a hesitação pode ter motivos diferentes. Ao serem apresentadas a um clube de desconto, muitas pessoas têm dúvidas se deveriam ou não participar. Para que a ação seja um sucesso, é fundamental saber como lidar com clientes indecisos.

O uso das abordagens certas ajuda a conduzir os indivíduos até a decisão e favorece a conquista de resultados. Ao final, fica mais fácil atingir as metas previstas pelo empreendimento.

Será que o seu negócio está preparado para lidar com clientes indecisos? A seguir, confira como agir para obter um bom desempenho.

Ouça o que o cliente tem a dizer

Quando uma pessoa está indecisa, há muitos motivos para isso. Há certos receios ou dúvidas que, quando são esclarecidos, levam à tomada de decisão desejada. Mas para que a etapa ocorra, é essencial escutar o que os clientes têm a dizer.

Apenas tentar convencê-los a todo custo não é o mais certo. Em vez disso, faz mais sentido ouvir o que eles pensam, quais são os motivos para as dúvidas e como tudo pode ser resolvido. Desse jeito, será possível oferecer uma abordagem personalizada.

Respeite o processo de convencimento

Imagine alguém que fez uma compra no supermercado e que começa a passar o pedido no caixa. Exigir que o cliente informe o seu CPF para o cadastro, logo no primeiro contato, pode não ser a melhor abordagem. Existe um processo de convencimento que deve ser trabalhado e respeitado. Em vez disso, pode-se perguntar se ele já faz parte do clube e se quer participar para ter acesso aos descontos exclusivos.

É preciso apresentar a possibilidade, explicar e demonstrar o que deve ser feito. A partir disso, a pessoa se sentirá mais confiante e menos pressionada. Ao pular etapas, a indecisão pode acabar em recusa.

Esteja preparado para contornar objeções

Dependendo do cenário, lidar com clientes indecisos exige ter jogo de cintura para driblar as objeções. É o que ocorre com um consumidor que não deseja participar do programa por achar que será algo complexo ou que não vale a pena.

Ao demonstrar que o cadastro é simples, a pessoa pode ser convencida de que esse é o melhor caminho a seguir. Então, a objeção terá sido contornada com sucesso. Para que isso seja possível em todos os cenários, o time deve estar preparado para driblar os argumentos contrários.

Conte histórias de sucesso

Para oferecer motivos extras, lidar com clientes indecisos também exige apresentar histórias de êxito. Mostrar quem já foi beneficiado pela tomada de decisão funciona como um impulso para chegar ao resultado desejado.

No caso dos supermercados, conte sobre pessoas que economizaram em grandes compras ou que notaram que tudo é bem fácil. Também pode-se observar algum produto que a pessoa escolheu que esteja com desconto e falar quanto ela economizaria se fizesse parte do clube. Validar a experiência pela participação de outros indivíduos (ou dele próprio) tem um grande potencial.

Aposte em apresentar os pontos positivos

Para completar, não se esqueça de demonstrar quais são as vantagens de recorrer à possibilidade proposta. Explique, por exemplo, que participar do programa de vantagens garante descontos e benefícios exclusivos.

Também deixe claro que não existe consulta ao Serasa ou SPC e que o uso do CPF serve apenas para a identificação. Assim, as pessoas ficarão mais seguras e poderão, enfim, sair do cenário de indecisão.

Ao descobrir como lidar com clientes indecisos, é possível aproveitar as oportunidades e conseguir mapear um número maior de clientes na sua loja. Para um supermercado, isso pode significar mais pessoas no clube de desconto e, assim, melhores chances de conhecer o público e trabalhar com campanhas mais assertivas.

Para tornar o processo ainda mais eficiente, veja como maximizar a relação entre engajamento da equipe e clube de descontos.

Estrategista de Conteúdo e Marketing Digital na Mercafácil. Graduada em Comunicação Social, se especializou em Negócios Digitais pela Universidade Positivo e começou seus estudos autônomos em Neuromarketing.

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